O aumento na desaprovação do governo Lula, retratado na pesquisa Quaest desta quarta-feira (2), mostra um sinal de que a população está mais insatisfeita do que o imaginado.
O resultado negativo vem em um período em que o Executivo fez todo um esforço de comunicação: o presidente Lula passou a falar mais e novas medidas foram lançadas oficialmente, como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e o crédito consignado do trabalhador.
Veja o resultado da pesquisa:
Aprova: 41% (eram 47% em janeiro)
Desaprova: 56% (eram 49%)
Não sabe/não respondeu: 3% (eram 4%)
Quaest: 56% desaprovam governo Lula, e 41% aprovam
Segundo interlocutores do presidente, é preciso modular o discurso presidencial. O resultado preocupa a equipe do petista, porque a população diz que a economia está pior, mesmo que continue crescendo.
O preço dos alimentos, por exemplo, segue como uma queixa forte do eleitorado. Além disso, há mais pessimismo na busca de uma vaga de trabalho em um período em que o desemprego está baixo.
“Tudo isso reflete um mal-estar da população com o presidente e com o governo, vai além dos problemas diários enfrentados pela população. Mostra um sentimento de insatisfação com o desempenho do presidente da República, que precisa ser revertido com mudança no tom do discurso e intensificando a agenda positiva”, analisa um interlocutor do presidente Lula dentro do Congresso Nacional.
A pesquisa Quaest mostra ainda que:
71% dos entrevistados dizem que o presidente Lula não está cumprindo suas promessas;
47% afirmam que ele não é bem-intecionado, contra 44% que dizem que sim.
O levantamento mostrou que a queda na aprovação segue redutos do governo Lula, como Nordeste, onde a aprovação caiu seis pontos percentuais, atingindo o menor patamar: 35%. No Sudeste, a desaprovação está 23 pontos acima da aprovação.
No Sul, o índice de desaprovação é maior, chegando aos 64%. No Sudeste, chega a 60%. No Norte e Centro-Oeste, está em 52%, mesmo percentual do Nordeste.
Entre mulheres, onde Lula sempre teve maior apoio, a desaprovação atingiu 53%, contra 43% de aprovação. Na faixa salarial até dois salários mínimos, a aprovação está em queda, caiu de 56% para 52%, mas ainda supera a aprovação, que foi de 39% para 45%.
O resultado negativo vem em um período em que o Executivo fez todo um esforço de comunicação: o presidente Lula passou a falar mais e novas medidas foram lançadas oficialmente, como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e o crédito consignado do trabalhador.
Veja o resultado da pesquisa:
Aprova: 41% (eram 47% em janeiro)
Desaprova: 56% (eram 49%)
Não sabe/não respondeu: 3% (eram 4%)
Quaest: 56% desaprovam governo Lula, e 41% aprovam
Segundo interlocutores do presidente, é preciso modular o discurso presidencial. O resultado preocupa a equipe do petista, porque a população diz que a economia está pior, mesmo que continue crescendo.
O preço dos alimentos, por exemplo, segue como uma queixa forte do eleitorado. Além disso, há mais pessimismo na busca de uma vaga de trabalho em um período em que o desemprego está baixo.
“Tudo isso reflete um mal-estar da população com o presidente e com o governo, vai além dos problemas diários enfrentados pela população. Mostra um sentimento de insatisfação com o desempenho do presidente da República, que precisa ser revertido com mudança no tom do discurso e intensificando a agenda positiva”, analisa um interlocutor do presidente Lula dentro do Congresso Nacional.
A pesquisa Quaest mostra ainda que:
71% dos entrevistados dizem que o presidente Lula não está cumprindo suas promessas;
47% afirmam que ele não é bem-intecionado, contra 44% que dizem que sim.
O levantamento mostrou que a queda na aprovação segue redutos do governo Lula, como Nordeste, onde a aprovação caiu seis pontos percentuais, atingindo o menor patamar: 35%. No Sudeste, a desaprovação está 23 pontos acima da aprovação.
No Sul, o índice de desaprovação é maior, chegando aos 64%. No Sudeste, chega a 60%. No Norte e Centro-Oeste, está em 52%, mesmo percentual do Nordeste.
Entre mulheres, onde Lula sempre teve maior apoio, a desaprovação atingiu 53%, contra 43% de aprovação. Na faixa salarial até dois salários mínimos, a aprovação está em queda, caiu de 56% para 52%, mas ainda supera a aprovação, que foi de 39% para 45%.