Derrite detona decisão que soltou motorista preso com 900kg de cocaína

Secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite classificou como “inadmissível” a decisão da Justiça que liberou o motorista de um caminhão apreendido com quase 900 quilos de cocaína no interior do estado. O condutor confessou ter recebido R$ 15 mil para transportar 800 tijolos da droga, o equivalente a R$ 50 milhões.

“Tivemos ocorrências muito expressivas durante a semana com apreensões que atingem diretamente a economia ilícita do crime organizado, mas para que o resultado de nossas ações seja efetivo, a sociedade precisa que todas as esferas estejam em consonância com esse objetivo”, afirmou Derrite à coluna.

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Carga milionária estava escondida em carga de flocos de milho

Secretário de Segurança Pública de SP, Guilherme Derrite é a aposta do governador Tarcísio ao Senado em 2026
O secretário de Segurança Pública de SP, Guilherme Derrite
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Motorista confessou crime e foi solto

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Carga milionária estava escondida em carga de flocos de milho

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Secretário de Segurança Pública de SP, Guilherme Derrite é a aposta do governador Tarcísio ao Senado em 2026

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O secretário de Segurança Pública de SP, Guilherme Derrite

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O secretário avaliou que a liberação do motorista, determinada pela juíza Alessandra Spalding, reforça o sentimento de impunidade: “A soltura em audiência de custódia de alguém que levava quase 900 quilos de cocaína é inadmissível, pois dá um claro recado de impunidade”, criticou Derrite.

O Ministério Público já recorreu. Derrite espera que o Tribunal de Justiça de São Paulo reveja a decisão. “É inadmissível que um criminoso que transporta essa quantidade de drogas continue em liberdade”, concluiu.

O caso ocorreu nessa quinta-feira (16/10), quando policiais militares avistaram o caminhão conduzido por Victor trafegando pelo km 352 da Rodovia Raposo Tavares, próximo à cidade de Ipaussu. Quando recebeu sinais luminosos e sonoros da viatura policial, o caminhoneiro acelerou e tentou fugir.

Após a interceptação, os policiais acharam os tijolos de cocaína escondidos em meio a uma carga de flocos de milho e polenta. O material saiu de Curitiba (PR) e seguiria para Diadema, na Grande São Paulo.

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