Maníaco do Parque: a jornalista Helena existiu na vida real?

Maníaco do Parque, filme doPrime Video, estreou nesta sexta-feira (18/10) e conta com um olhar diferente de como a história foi contada em 1998, ano em que o homem atacou várias mulheres. No filme, a protagonista é Helena, uma jornalista que investiga a história e dá início a uma caçada a Francisco de Assis Pereira.

Entretanto, para quem não se lembra da história real, pode surgir uma dúvida sobre a existência da mulher na realidade e também se foi a jornalista quem realmente inventou a alcunha de Maníaco do Parque para o serial killer.

Em entrevista ao Metrópoles, a diretora Thaís Nunes, também responsável pelas pesquisas que deram origem ao filme, explicou que a personagem é ficcionalizada.

“A gente não queria de forma alguma que o Francisco fosse o centro da narrativa mais uma vez. […] A gente entendeu que o Francisco jamais poderia ser o protagonista do filme. Não era possível que mais uma vez ele fosse o dono da narrativa”, explicou.

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Silvero Pereira é o responsável por dar vida ao Maníaco do Parque

Helena é um personagem fictício que representa as vítimas e as mulheres da época do Maníaco do Parque
O filme mostra como o Maníaco do Parque agia com suas vítimas
Helena segue o caso e transforma a sua vida
Ela percebe, em um determinado momento, que a história não é sobre o assassino, mas sobre as vítimas
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Giovanna Grigio é a responsável por dar vida à Helena, no filme O Maníaco do Parque

Márcio Nunes

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Silvero Pereira é o responsável por dar vida ao Maníaco do Parque

Márcio Nunes

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Helena é um personagem fictício que representa as vítimas e as mulheres da época do Maníaco do Parque

Márcio Nunes

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O filme mostra como o Maníaco do Parque agia com suas vítimas

Márcio Nunes

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Helena segue o caso e transforma a sua vida

Márcio Nunes

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Ela percebe, em um determinado momento, que a história não é sobre o assassino, mas sobre as vítimas

Márcio Nunes

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Ela trabalha em um jornal de São Paulo

Márcio Nunes

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Gilberto Barros também está na produção

Márcio Nunes

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Que age como uma crítica pela forma como a mídia tratou as vítimas

Daniel Chiaco

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O pôster mostrar a caracterização de Silvero Pereiro na pele de Francisco

Divulgação

Já Maurício Eça, também diretor, Helena foi a forma como eles escolheram para dar voz às vítimas e, de alguma forma, representá-las. “A escolha de ter uma protagonista mulher, uma jornalista que representa muito disso, que é uma mulher que vivia naquele ambiente tóxico, machista, daquela redação”, completou.

Apesar de Helena ser uma personagem fictícia, os fatos sobre a história de Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque, está representada no filme sob os fatos da época e o estudo feito por Thaís e seu time de pesquisadoras.

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